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Análises – Oficina G3
Bem, pessoal, segue o que acho sobre os discos do Oficina G3 (conforme prometido aqui):
- Ao Vivo (1990): primeiro álbum da banda, e já ao vivo. As músicas são boas, mas… os caras desafinam pra caramba… aí você me pergunta: “se eles desafinam pra caramba, porque você acha as músicas boas”? Ué, estou falando que as músicas são boas, e não que a performance deles foi boa… vocalmente falando, claro. Instrumentalmente, os caras já mostram a que vieram. Destaques para Farol, Comunicação, Pirou, e para as primeiras versões de Magia Alguma e Naves Imperiais.
- Nada é Tão Novo, Nada é Tão Velho (1993): As músicas ficam mais pesadas. A gravação não fica tão boa, mas ouvi outros álbuns gravados no mesmo período, e o som pareceu o mesmo. É neste disco que Juninho Afram começa sua saga de Guitar Hero. Destaques para Mais que Vencedores e Deus Eterno, com um violão sensacional.
- Indiferença (1996): Um dos melhores álbuns da banda. Faz parte do meu TOP10. Consolidação de Juninho Afram como Guitar Hero, tocando os intrumentais de Glória e Your Eyes. A partir deste disco, a formação da banda muda, com Duca Tambasco e Jean Carlos chegando. Um baita upgrade na parte instrumental. Destaque para os clássicos Davi, Espelhos Mágicos, Indiferença e Novos Céus. Magia Alguma, com essa versão, passa a ser minha música preferida, até hoje.
- Acústico [estúdio] (1998): Um dos melhores acústicos que eu já ouvi. Estréia de PG nos vocais, para mim o melhor vocalista que o Oficina já teve. Apesar do hit Autor da Vida, considero todas as regravações o ponto alto do álbum. Também faz parte do meu TOP10.
- Acústivo Ao Vivo (1999): Particularmente, não gostei muito desse álbum. Magia Alguma e Novos Céus deveriam ter entrado no álbum anterior. Aliás, prefiro o anterior pois achei que as músicas ficaram melhores gravadas. Mas não dá pra negar a capacidade instrumental e vocal da banda.
- O Tempo (2000): o álbum mais “pop” da banda, depois dos Acústicos. Não pelo estilo das músicas, mas pela gravação: acho que ficou tudo muito seco e agudo, sem graves, sem peso; talvez por estarem estreando numa nova gravadora, que tem um público evangélico mais “conservador”. Apesar disso, o álbum é bom, as músicas são ótimas, e agora pudemos conferir como PG canta bem rock. Destaque para Atitude, Ele Vive, Necessário (para mim, o melhor sólo de guitarra do álbum), Sempre Mais (minha preferida, com solos de guitarra e baixo, e uma letra maravilhosa) e Tua Voz (voz e violão é tudi’bão, falem a verdade).
- Humanos (2002): Volta o peso. E que peso! Eu quase caí da cadeira quando entrou a primeira música, depois daquela introdução de “coração batendo até morrer”. O “tipo de rock” variou um pouco, mas tudo ficou muito bem trabalhado. Uma pena Waltão ter saído da banda, mas Lufe o substituiu à altura. Destaque para Onde Está?, Te Escolhi, Don’t Give Up (minha preferida-1), Até Quando? e Desculpas (minha preferida-2).
- Além do que os Olhos Podem Ver (2005): Não sei o que aconteceu, mas o PG saiu de uma forma muito estranha. Uma pena. Afram assume os vocais, porém, vamos combinar, ele até que é afinado, mas, cantando, é um guitarrista maravilhoso. A banda muda novamente o “tipo de rock”, acho até um pouco parecido com Linkin Park, com alguns elementos eletrônicos, mas as músicas continuam ótimas. Destaque para Mais Alto, Através da Porta, A Lição, O Fim é Só o Começo, Amanhã, Sem Trégua e Queria Te Dizer.
- Oficina Elektracustika G3 (2007): Sen-sa-cio-nal. A única definição que cabe a esse disco. O mais perfeito tecnicamente, um dos melhores discos que já ouvi. O Oficina consegue fazer um “rock com violão”, com peso e tudo mais. Trocam de batera, Lufe por Aposan, que deu um (baita) upgrade. O cara toca muito. A “revisão” de Razão ficou maravilhosa, além de outras, como Mais Alto e Além do que os Olhos Podem Ver. Das novas, destaque para A Deus e Me Faz Ouvir. Mesmo assim, ele não entra no meu TOP10, pois não gostei de umas 2 ou 3 músicas.
- Depois da Guerra (2008): Deja vù. Vocês podem não perceber, mas, sim, eles voltaram ao som de Nada Tão Novo…. Agora de vocalista novo, Mauro Henrique, que é bom, melhor que o Afram, mas incomparável ao PG. De início achei muito pesado, mas, com o tempo, fui acostumando (depois de um trabalho como o Elektracústika, vocês querem o quê?!). Destaque para Eu Sou, Meus Passos, Pra Continuar, De Joelhos, Tua Mão, a regravação de People Get Ready, e a multiversionada (inglês e português) Incondicional [Unconditional], a melhor do CD.
Pois bem, é só. Vocês concordam? NÃO?! Então expressem nos comentários, ora!
[apenas para constar: fiquei quase 2 semanas preparando este post...]
Consertando
Desde o final do ano passado, venho ouvindo, compulsivamente, os CDs do Oficina G3.
Na verdade, voltei a ouvir Além do que os olhos podem ver (2005), que ouvi pouco, e conheci os maravilhosos Elektracustica (2007) e Depois da Guerra (2008). Aliás, voltei a ouvir também os sensacionais Acústico (1999) [em estúdio], Nada tão novo, Nada tão velho (1992) e Indiferença (1997).
Estou com vontade de escrever sobre os CDs do grupo, fazer um overview geral de todos eles, sob o meu ponto de vista, além de indicar as melhores músicas, através de um Alejj’s Best of.
Por enquanto, mais sobre eles, vocês conferem aqui.
Acabei
Uns tempos atrás, o camarada Brasil me passou vááááários LPs do Elvis Presley, em MP3.
E, hoje, terminei de baixar e organizar as informações de todos eles.
São 3,24 GB de pura magia.
Sim, o cara é incrível.
Pra mim, o maior performer que já existiu.
E um dos maiores cantores também.
Ao lado do Mestre Ed.
Minhas preferidas:
- Crying in the Chapel;
- In the Guetto;
- If I can dream;
- (There’ll be) Peace in the Valley;
- He touched me;
- Jailhouse Rock;
- Suspicious Minds;
- And I love you so;
- Bridge over Troubled Water.
Bem, foram as que eu me lembrei agora.
E vocês? Curtem? Odeiam?
Opinem!
FÉRIAS!!!
Pois é, povo…
Até o dia 29, caso alguém precise me achar, é só ligar no celular… acesso restrito a blog, MSN e e-mails.
Mas volto ainda semana que vem pra falar um pouquinho sobre Ed Motta…
‘Cêis acharam que eu não ia dar meu pitaco?
Abraços!
Parabéns!
Apenas pra registrar: Mestre Ed fez anos dia 17.
Parabéns a esse gênio da música mundial!
E o meu vem 10 dias depois!
Filosofando
“Se malandro soubesse como é bom ser honesto, seria honesto só de malandragem.”
(Jorge Ben Jor)
Coletânea do Mestre
Falo tanto de música, faço coletâneas, coloco as que mais ouço, mas até agora, nada sobre o Mestre Ed…
É, eu sei, eu já deveria ter escrito algo, mas estou sem tempo, e queria algo que fosse realmente “a minha cara”.
Bom, na falta, tem algo que é “quase”…
Adquiri, há algumas semanas, o sensacional “Novo Millenium” do Mestre Ed, outra (dentre tantas) coletâneas já lançadas.
Mas essa tem mais músicas que eu gosto.

1. Tem Espaço na Van [versão 2005 - Poptical]
2. Manuel [versão 1998 - Remixes e Aperitivos]
3. Fora da Lei [versão 1997 - Manual Prático]
4. Vendaval [versão 1997 - Manual Prático]
5. Colombina [versão 2000 - Segundas Intenções]
6. Daqui pro Méier [versão 1997 - Manual Prático]
7. Vamos Dançar [versão 1998 - Remixes e Aperitivos]
8. Amor e Saudade [com Jair Oliveira]
9. Baixo Rio [versão 1998 - Remixes e Aperitivos]
10. Você Mentiu pra Mim
11. A Flor do Querer [versão 1997 - Manual Prático]
12. Caso Sério
13. Doce Ilusão
14. Mentiras Fáceis
15. Falso Milagre do Amor [versão 1997 - Manual Prático]
16. Birinaite
17. Coisas Naturais
18. Mesa de Bar [com Alcione]
19. Outono no Rio [versão 2000 - Segundas Intenções]
20. Cervejamento Total
Fica aqui a dica. Apenas R$ 9,90 no Submarino.
Achei, achei, achei!!!
Achei o 3o. álbum do mestre: Entre e Ouça, de 1992, num sebo aqui perto do trampo, por R$ 10,00 (eu tinha achado no Submarino por R$ 17,90).

Só faltam o primeiro e o segundo (eu tenho em MP3, mas quero o CD!).
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