Posts de Fevereiro, 2009|Página de posts mensais
Análises – Oficina G3
Bem, pessoal, segue o que acho sobre os discos do Oficina G3 (conforme prometido aqui):
- Ao Vivo (1990): primeiro álbum da banda, e já ao vivo. As músicas são boas, mas… os caras desafinam pra caramba… aí você me pergunta: “se eles desafinam pra caramba, porque você acha as músicas boas”? Ué, estou falando que as músicas são boas, e não que a performance deles foi boa… vocalmente falando, claro. Instrumentalmente, os caras já mostram a que vieram. Destaques para Farol, Comunicação, Pirou, e para as primeiras versões de Magia Alguma e Naves Imperiais.
- Nada é Tão Novo, Nada é Tão Velho (1993): As músicas ficam mais pesadas. A gravação não fica tão boa, mas ouvi outros álbuns gravados no mesmo período, e o som pareceu o mesmo. É neste disco que Juninho Afram começa sua saga de Guitar Hero. Destaques para Mais que Vencedores e Deus Eterno, com um violão sensacional.
- Indiferença (1996): Um dos melhores álbuns da banda. Faz parte do meu TOP10. Consolidação de Juninho Afram como Guitar Hero, tocando os intrumentais de Glória e Your Eyes. A partir deste disco, a formação da banda muda, com Duca Tambasco e Jean Carlos chegando. Um baita upgrade na parte instrumental. Destaque para os clássicos Davi, Espelhos Mágicos, Indiferença e Novos Céus. Magia Alguma, com essa versão, passa a ser minha música preferida, até hoje.
- Acústico [estúdio] (1998): Um dos melhores acústicos que eu já ouvi. Estréia de PG nos vocais, para mim o melhor vocalista que o Oficina já teve. Apesar do hit Autor da Vida, considero todas as regravações o ponto alto do álbum. Também faz parte do meu TOP10.
- Acústivo Ao Vivo (1999): Particularmente, não gostei muito desse álbum. Magia Alguma e Novos Céus deveriam ter entrado no álbum anterior. Aliás, prefiro o anterior pois achei que as músicas ficaram melhores gravadas. Mas não dá pra negar a capacidade instrumental e vocal da banda.
- O Tempo (2000): o álbum mais “pop” da banda, depois dos Acústicos. Não pelo estilo das músicas, mas pela gravação: acho que ficou tudo muito seco e agudo, sem graves, sem peso; talvez por estarem estreando numa nova gravadora, que tem um público evangélico mais “conservador”. Apesar disso, o álbum é bom, as músicas são ótimas, e agora pudemos conferir como PG canta bem rock. Destaque para Atitude, Ele Vive, Necessário (para mim, o melhor sólo de guitarra do álbum), Sempre Mais (minha preferida, com solos de guitarra e baixo, e uma letra maravilhosa) e Tua Voz (voz e violão é tudi’bão, falem a verdade).
- Humanos (2002): Volta o peso. E que peso! Eu quase caí da cadeira quando entrou a primeira música, depois daquela introdução de “coração batendo até morrer”. O “tipo de rock” variou um pouco, mas tudo ficou muito bem trabalhado. Uma pena Waltão ter saído da banda, mas Lufe o substituiu à altura. Destaque para Onde Está?, Te Escolhi, Don’t Give Up (minha preferida-1), Até Quando? e Desculpas (minha preferida-2).
- Além do que os Olhos Podem Ver (2005): Não sei o que aconteceu, mas o PG saiu de uma forma muito estranha. Uma pena. Afram assume os vocais, porém, vamos combinar, ele até que é afinado, mas, cantando, é um guitarrista maravilhoso. A banda muda novamente o “tipo de rock”, acho até um pouco parecido com Linkin Park, com alguns elementos eletrônicos, mas as músicas continuam ótimas. Destaque para Mais Alto, Através da Porta, A Lição, O Fim é Só o Começo, Amanhã, Sem Trégua e Queria Te Dizer.
- Oficina Elektracustika G3 (2007): Sen-sa-cio-nal. A única definição que cabe a esse disco. O mais perfeito tecnicamente, um dos melhores discos que já ouvi. O Oficina consegue fazer um “rock com violão”, com peso e tudo mais. Trocam de batera, Lufe por Aposan, que deu um (baita) upgrade. O cara toca muito. A “revisão” de Razão ficou maravilhosa, além de outras, como Mais Alto e Além do que os Olhos Podem Ver. Das novas, destaque para A Deus e Me Faz Ouvir. Mesmo assim, ele não entra no meu TOP10, pois não gostei de umas 2 ou 3 músicas.
- Depois da Guerra (2008): Deja vù. Vocês podem não perceber, mas, sim, eles voltaram ao som de Nada Tão Novo…. Agora de vocalista novo, Mauro Henrique, que é bom, melhor que o Afram, mas incomparável ao PG. De início achei muito pesado, mas, com o tempo, fui acostumando (depois de um trabalho como o Elektracústika, vocês querem o quê?!). Destaque para Eu Sou, Meus Passos, Pra Continuar, De Joelhos, Tua Mão, a regravação de People Get Ready, e a multiversionada (inglês e português) Incondicional [Unconditional], a melhor do CD.
Pois bem, é só. Vocês concordam? NÃO?! Então expressem nos comentários, ora!
[apenas para constar: fiquei quase 2 semanas preparando este post...]
Sebastianópolis
Neste fds prolongado fomos para Sebastianópolis do Sul.
Oportunidade para o Breno conhecer e brincar com sua “bisa”, seu “biso” e seu xará, o cara de onde o nome vem. Um grande cara, por sinal.

Trevo de Sebastianópolis do Sul

Breno com bisa Mônica e mamãe

Breno com biso Carlos (e mamãe ao fundo)

Breno com Breno, e vice-versa
Burocrático
A palavra que descreve o São Paulo escalado por Muricy ontem.
Acho que ele não aprendeu.
O Zé Luís é ótimo jogador, mas precisamos de alguém que apóie mais pela direita.
O Washington e o Borges não podem jogar juntos. O Dagoberto faz uma ótima função de ponta, como o Hugo pelo lado esquerdo. Só precisamos de UM centro-avante (tem hífen?).
Falando em Hugo, ontem ele não foi bem. O time sentiu.
E o Bosco que me perdoe, ele não falha, faz o básico, mas o São Paulo não está acostumado com o básico. Principalmente no gol.
Eu teria entrado no 3-1-3-3: Bosco; Renato Silva, André Dias e Miranda; Jean; Wagner Diniz, Hernanes e Jorge Wagner; Dagoberto, Borges e Hugo.
Para substituições, entrariam provavelmente Arouca (que entrou muito tarde ontem, e no lugar errado) e Washington. A terceira eu deixaria na manga, pra alguma alteração de última hora.
E vocês? Alguma outra sugestão?
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Atualização: logicamente, não foi só o São Paulo que (não) jogou. O Independiente fez uma ótima partida, principalmente o goleiro. Aliás, um baita goleiro.
Consertando
Desde o final do ano passado, venho ouvindo, compulsivamente, os CDs do Oficina G3.
Na verdade, voltei a ouvir Além do que os olhos podem ver (2005), que ouvi pouco, e conheci os maravilhosos Elektracustica (2007) e Depois da Guerra (2008). Aliás, voltei a ouvir também os sensacionais Acústico (1999) [em estúdio], Nada tão novo, Nada tão velho (1992) e Indiferença (1997).
Estou com vontade de escrever sobre os CDs do grupo, fazer um overview geral de todos eles, sob o meu ponto de vista, além de indicar as melhores músicas, através de um Alejj’s Best of.
Por enquanto, mais sobre eles, vocês conferem aqui.
Confirmado
Sebastianópolis do Sul, aí vou eu!
Uhu! \o/
Cortando o cabelo
No último sábado, levamos o Breno para cortar o cabelo… e ele adorou!


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